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Marketing de guerrilha: criatividade com orçamento curto, e seus limites

1 min de leitura · Live marketing

O termo marketing de guerrilha foi popularizado por Jay Conrad Levinson nos anos 1980, para descrever ações criativas e de baixo custo que geram impacto desproporcional ao investimento. A ideia é surpreender em vez de comprar espaço publicitário caro.

  • Surpresa: aparece onde o público não espera.
  • Criatividade acima de orçamento.
  • Potencial de compartilhamento e de cobertura espontânea.
  • Ligação clara com a mensagem da marca.

Os limites

Muitas ações de guerrilha atravessam fronteiras legais: publicidade não autorizada em espaço público, uso de marcas de terceiros, associação indevida a eventos patrocinados. Outras incomodam ou assustam as pessoas e se transformam em crise de reputação.

  • A ação é permitida no local? Quem precisa autorizar?
  • Usa marca, imagem ou evento de terceiros?
  • Alguém pode se sentir enganado, assustado ou desrespeitado?
  • Como a marca responderia se a ação viralizasse de forma negativa?
Criatividade de guerrilha não dispensa autorização nem bom senso. A melhor ação é a que a marca teria orgulho de assinar.