Eventos e Live Marketing
Copa do Mundo 2026: o que as marcas aprenderam sobre marketing de experiência
1 min de leitura · Marketing esportivo
A Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, foi a primeira com 48 seleções. Para as marcas brasileiras, o fuso favorável e o longo período de torneio abriram espaço para ações que foram muito além do comercial na TV.
Experiência coletiva
Uma das apostas mais visíveis foram as grandes exibições públicas dos jogos. A Brahma, por exemplo, anunciou a Arena Nº1 como uma grande watch party. O formato mostra uma tendência: o torcedor quer viver o jogo junto com outras pessoas, e a marca que cria esse espaço fica associada à emoção do momento.
Reputação, não só alcance
Uma pesquisa do Instituto QualiBest divulgada antes do torneio apontou que cerca de 94% dos brasileiros acreditam que empresas ligadas à Copa ganham reputação. Mas a associação precisa ser legítima: patrocinadores oficiais têm direitos exclusivos, e o uso indevido de símbolos do evento pode configurar marketing de emboscada.
O que vale para empresas menores
- Eventos internos para assistir aos jogos fortalecem o clima da equipe.
- Encontros com clientes em dia de jogo criam relacionamento.
- Conteúdo nas redes sobre o clima de torcida, sem usar marcas protegidas.
- Promoções ligadas ao futebol, e não ao evento oficial.
Em grandes eventos, a marca lembrada é a que participa da experiência do torcedor, não a que mais aparece.
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