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Deepfake e direito de imagem: o que empresas precisam saber

1 min de leitura · Gestão de imagem

Deepfakes são vídeos, imagens ou áudios em que o rosto ou a voz de uma pessoa real é reproduzido ou alterado por inteligência artificial. A tecnologia tem usos legítimos, mas também é usada para golpes, desinformação e ataques à reputação.

O direito de imagem e de voz é protegido pela Constituição e pelo Código Civil. Reproduzir digitalmente uma pessoa, inclusive colaboradores ou celebridades, exige autorização específica para aquele uso. O Conar também tem orientado o mercado sobre transparência no uso de recriações digitais em publicidade.

Protegendo a empresa

  • Monitore usos da marca e de executivos em redes e anúncios.
  • Tenha um canal oficial para confirmar comunicações verdadeiras.
  • Oriente equipes sobre golpes com voz ou vídeo falsos de executivos pedindo transferências.
  • Defina um plano de resposta rápida para conteúdos falsos.

A Justiça Eleitoral tem regras específicas sobre conteúdo sintético em propaganda eleitoral. Empresas devem evitar qualquer participação em conteúdos desse tipo.

Se a pessoa não autorizou aquele uso específico da sua imagem ou voz, não use.